O que são as diabetes tipo 1 e tipo 2

O que significa ter o nível de açúcar elevado no sangue? Talvez você esteja sob imenso estresse, não tenha tido a melhor dieta ultimamente ou tenha sido bastante inativo. Mesmo uma refeição grande e com alto teor de carboidratos levará a um aumento de açúcar no sangue. Se alguma vez você registrou um alto nível de açúcar no sangue, não significa que está imediatamente em risco de ter problemas de saúde. Porém, um alto teor consistente de açúcar no sangue deve ser levado a sério, pois pode estar relacionado a alguns problemas de saúde, como diabetes.

Tanto diabetes tipo 1 e tipo 2 são caracterizados por altos níveis de açúcar (glicose) no sangue. Em humanos saudáveis, os níveis de glicose são controlados pela secreção de insulina do pâncreas: ela atua como um regulador, diminuindo os níveis de glicose no sangue conforme necessário.

O diabetes tipo 1 geralmente começa na infância e é considerado uma condição autoimune. Nos casos de diabetes tipo 1, o pâncreas produz pouca ou nenhuma insulina. Em grande parte dos casos, o tipo 1 é causado por uma predisposição genética – o que significa que muitas pessoas nascem assim.

Já o diabetes tipo 2 é muito mais comum, representando a maioria dos casos. Esta forma de diabetes é tipicamente desenvolvida em crianças mais velhas e adultos, mas pode ocorrer em pessoas de todas as idades. No diabetes tipo 2, o organismo não usa corretamente e armazena a glicose porque não responde à insulina. Diabéticos também tendem a ter outros problemas de saúde, muitas vezes relacionados ao coração, rins, olhos e vasos sanguíneos.

Mesmo antes do diagnóstico, ter altos níveis de açúcar pode ser prejudicial à sua saúde e ser um sinal de que você está no caminho para o desenvolvimento de diabetes tipo 2. Essa condição é chamada de “pré-diabetes”: significa que você tem níveis de açúcar mais altos do que o recomendado (possivelmente devido à resistência à insulina), mas abaixo do que é considerado na faixa dos diabéticos.

Para as pessoas que são consideradas com sobrepeso e têm níveis elevados de glicose no sangue, melhorar a composição corporal pode ajudar a reduzir os níveis de glicose, diminuindo assim o risco de desenvolver diabetes tipo 2. Muitos estudos mostraram que o excesso de peso está associado à hipertensão e ao diabetes tipo 2. Não há um tamanho único para todos e cada pessoa. No entanto, o índice de massa corporal (IMC) abaixo de 25 é considerado dentro da faixa de peso normal.

Manter o peso saudável é fundamental para a saúde geral. Mesmo um modesto ganho de peso pode ter um impacto substancial no desenvolvimento de doenças. Por isso, o monitoramento cuidadoso e a manutenção são importantes para a saúde geral, especialmente no caso da prevenção do diabetes.

Este artigo foi originalmente publicado pela HVMN.
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Entenda o que são prebióticos, probióticos e polifenóis

Você sabe o que são, ou já ouviu falar em, prebióticos, probióticos e polifenóis?! Estes são grupos importantes para a saúde e equilíbrio do nosso corpo. Saber o que cada um representa e onde estão presentes é essencial para a manutenção e bom funcionamento do nosso organismo.

Os prebióticos são componentes alimentares (principalmente em tipos de carboidratos [e principalmente em fibras]) que induzem o crescimento de bactérias benéficas. As boas bactérias, no intestino, se alimentam dessa fibra.

Os probióticos são bactérias vivas encontradas em suplementos ou certos alimentos. Eles são ingeridos com o intuito de melhorar ou restaurar as bactérias do intestino.

Os polifenóis são uma categoria de produtos químicos que ocorrem naturalmente nas plantas. São micronutrientes que podem induzir a redução da pressão arterial, níveis de colesterol, estresse oxidativo e níveis de colesterol.

Então, como eles podem ajudar a diversificar e melhorar a saúde intestinal?

Estudos mostraram que os prebióticos podem ajudar a promover o crescimento de bactérias saudáveis. Certos alimentos com propriedades prebióticas podem neutralizar a superexpressão de alvos hospedeiros envolvidos no desenvolvimento de distúrbios metabólicos e inflamação.

E alguns prebióticos podem reduzir a insulina, os níveis de colesterol e os triglicérides em pessoas obesas. Em resumo, a promoção do crescimento de certas bactérias pode ajudar a reduzir as síndromes metabólicas. Cebola, alho-poró, alho, aspargos e bananas são todas boas opções de alimentos prebióticos.

Voltando nossa atenção para probióticos, estes são principalmente adquiridos através de suplementação. Eles não colonizam permanentemente os intestinos, mas podem ajudar a alterar a composição geral dos microbiomas intestinais e apoiar o metabolismo. Mas os dados estão misturados em sua eficácia. Os resultados mostraram menos impacto no microbioma intestinal de pessoas saudáveis; mas naqueles com certas doenças, alguns resultados foram mais promissores.

Os polifenóis, no entanto, são digeridos pelas bactérias intestinais. Algumas das moléculas maiores de polifenol não podem ser digeridas pelas células humanas, então elas chegam ao cólon quando são banqueteadas pelo microbioma intestinal. Os polifenóis também podem aumentar o número de bactérias boas; essas alterações podem estar associadas a níveis mais baixos de triglicérides e proteína C-reativa, ambos marcadores de inflamação (em um estudo feito com flavanóis derivados de cacau). As fontes de polifenóis parecem vir de algumas das melhores coisas da vida: o vinho tinto, o chocolate amargo, as amêndoas e os mirtilos.

Além de uma dieta diversificada, considere direcionar alimentos ou suplementos ricos em prebióticos, probióticos e polifenóis, claro, sempre, acompanhado(a) da orientação de um profissional em saúde e/ou nutrição.

Este artigo foi originalmente publicado pela HVMN.
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Dicas para conviver melhor com a menopausa

Conteúdo original Mais Equilíbrio

A menopausa é um acontecimento inevitável para mulheres entre 35 e 55 anos, por conta do fim dos ciclos ovulatórios. Vale lembrar que menopausa é o nome dado à última menstruação, e após esse fato, o período que se segue chama-se climatério.

É justamente nessa fase que surgem diversos sintomas, os quais para algumas mulheres acabam interferindo bastante no dia a dia, como calores ou fogachos, distúrbios do sono, alterações de humor, memória fraca, dificuldade de concentração, queda de cabelo, entre outros.

Entretanto, algumas dicas são muito importantes para a manutenção da saúde hormonal, ajudando assim a conviver melhor com a menopausa.

Vitamina D

Baixos níveis de vitamina D estão ligados a um maior risco de fraturas após a menopausa. Nosso corpo produz esse nutriente quando exposto ao sol pelo menos 40 minutos ao dia; porém sabemos que nem sempre isso é possível. Portanto, vale procurar um suplemento de boa qualidade.

Água

A desidratação pode afetar o sistema nervoso, o que provoca as ondas de calor. Por isso o organismo precisa de água para ajudar no seu processo de desintoxicação dos rins, fígados e sangue. Outra dica: se estiver com fome, beba água. Muitas vezes o que entendemos por vontade de comer é apenas nosso corpo pedindo por hidratação.

Controle de peso

Cerca de 90% das mulheres ganham peso no climatério por causa das mudanças hormonais, ligadas ao aumento do cortisol e diminuição do estrógeno, progesterona e testosterona. Por isso, faça exames periódicos e mantenha o peso em uma faixa saudável.

Coma para se sentir bem

Uma alimentação balanceada em carboidratos, proteínas, gorduras, vitaminas e minerais é crucial para uma boa saúde, e consequentemente, para o peso em dia também. Adicione ao cardápio fitoestrógenos também, presentes em alimentos como a soja, lentilha e broto de alfafa.

Reposição hormonal

Os principais hormônios alterados após a menopausa (estrogênio, progesterona e testosterona) são importantes na proteção do cérebro, coração, ossos, bem como desejo sexual. Por isso, fazer a reposição desses é como dar uma renovada na vida, e se puder optar por produtos naturais, melhor ainda.

Exercícios

Praticar atividade física é bom para todos e em todas as idades; após a menopausa ajuda a manter o peso, além dos níveis de insulina e estrogênio. Fora que a endorfina produzida durante os exercícios ajuda no humor e sensação de bem estar.

Plástico

Evite recipientes de plástico ao cozinhar e armazenar alimentos, pois alguns podem conter substâncias semelhantes ao estrogênio sintético, o que acaba atrapalhando o sistema endócrino.

Xô stress

Trabalho, família e questões financeiras causam estresse, o que pode neutralizar a produção de hormônios. Por isso, tire um tempo pra você, tome um banho quente, faça uma massagem e durma o suficiente para aliviar qualquer sentimento de ansiedade.

Comece a se cuidar cedo

Está longe de entrar na menopausa? Não tem problema, comece a fazer hoje várias mudanças na sua vida, que mais tarde você vai agradecer a si mesma. Seja gentil com seu corpo: coma alimentos naturais, movimente-se, descanse e principalmente, sorria muito. (: