Dicas para criar uma criança saudável

Se você quiser que o seu filho cresça de forma sadia você deve cuidar da sua alimentação e também, como não, do seu estado emocional. A gente te dá uma série de conselhos para que ajude ao seu filho a crescer de forma equilibrada e possa evitar futuros problemas de saúde.

1. Comer em família. Não deixe que o seu filho coma sozinho. Comer em família contribui com uma série de benefícios. Melhora a comunicação, valoriza o momento da comida de forma especial… Não é apenas um gesto. Vai muito mais além. Comer em família melhora a autoestima da criança e lhe ajuda a melhorar seus hábitos alimentares.

2. Não obrigue o seu filho a comer. Deixe que seja o seu filho quem decida a quantidade que quer comer. O pior que você pode fazer é obrigar-lhe a comer quando não quer. Existem crianças que necessitam comer mais e outras, no entanto, necessitam menos.

3. Não se esqueça nenhum desses alimentos a cada dia. Existem quatro grupos alimentares fundamentais que você nunca deve esquecer e que devem ser incluídos diariamente. São os seguintes: Frutas e verduras, cereais, lácteos e proteínas (carne, peixe, ovos…).

4. Estabelecer uma rotina nas refeições. Estabelecer um horário nas refeições beneficia a criança a regular seu apetite. O pior é deixar que coma a qualquer hora, sem deixar que termine de fazer a digestão. Uma criança necessita fazer cinco refeições por dia: café da manhã, almoço, lanche, merenda e janta.

5. Dê-lhe muita água. A saúde também se mede pela hidratação do corpo. Uma criança necessita beber e, com frequência se esquece porque está brincando. Lembre-a que beba água e fuja dos refrigerantes com excesso de açúcar.

7. Respeite os gostos da criança. Os pais se empenham para que as crianças comam de tudo. Mas, nós os adultos, gostamos de tudo? Por que não respeitar que uma criança goste de determinado alimento? Por exemplo, se o seu filho não gosta de espinafre, busque outro alimento que contribua com os mesmos benefícios e que possa comê-lo com facilidade.

8. Não esqueça nunca de felicitar ao seu filho. Os elogios e a atenção são primordiais. Se ele comeu bem, felicite-o. Isso fará com que ele se encha de orgulho. Mas, não use sobremesas como prêmios.

9. Limite certos alimentos. As sobremesas hipercalóricas, os doces e balas são alimentos que não contribuem com nada de bom. Assim que é melhor que limite seu uso. Não proibi-los, mas limitá-los a momentos especiais (aniversários).

10. Incentive o exercício. Para que uma criança cresça sadia não basta cuidar da sua alimentação. O exercício é sem dúvida um pilar básico. Anime-a para que faça exercício e busque o esporte que ela mais goste.

Por Estefanía Esteban
Redatora de GuiaInfantil.com


Engorde suas saladas

Mary Poppins notoriamente aconselhou que “uma colherada de açúcar ajuda o remédio a descer”. Agora, parece que uma colherada de óleo ajuda os níveis de nutrientes a subir – se aplicarmos as gorduras ideais a certos vegetais. Em um estudo publicado recentemente no American Journal of Clinical Nutrition, pesquisadores da Universidade Estadual de Iowa descobriram que, em comparação ao consumo sem gordura, indivíduos que ingeriram saladas com óleo de soja absorveram vários nutrientes essenciais e antioxidantes, como beta-caroteno, vitamina E, vitamina K e licopeno. Esses são nutrientes lipossolúveis e, portanto, tornam-se benéficos quando associados a uma fonte de gordura.

O maior impulso às taxas de absorção ocorreu com a adição de cerca de 2 colheres de sopa de óleo de soja, mas adicionar outras fontes de gordura como azeite, abacate e nozes à sua salada de folhas ou vegetais assados ​​também deve ajudar seu corpo a absorver mais nutrientes.

Fonte: Idea Fit


Como praticar yoga: dicas para iniciantes

 


Os alimentos ideais para serem consumidos antes dos exercícios

Praticar atividades físicas é muito importante para a nossa saúde e bem-estar, além de ajudar – e muito! – na hora de perder alguns quilinhos. Porém, é importante não se preocupar apenas com o tipo de exercício ou a intensidade dele – também temos que nos alimentar de acordo com os treinos, pois uma refeição adequada é capaz de conseguir as reservas de energia necessárias para que a atividade física não se torne um fardo. As nutricionistas Barbara Sanches e Camila Abreu contam quais alimentos são recomendados para se fazer exercícios e por quê:

Alimentos que dão energia

Antes do treino, o ideal é consumir alimentos que dão mais energia, já que você está prestes a gastar um monte dela nos exercícios. Quando se fala em alimentos que dão energia, entram em cena os carboidratos. “Além de ser sinônimo de energia e garantir disposição, o carboidrato preserva a massa muscular”, conta Camila.

Barbara completa: “nutrientes como vitaminas, minerais e aminoácidos também são necessários para o treino, embora não precisem ser consumidos necessariamente antes dos treinos, como os carboidratos. Eles podem estar diluídos durante o dia todo, em várias refeições”. O ideal é dar preferência aos carboidratos complexos, presente nos pães, arroz e massas, pois sua digestão é lenta, garantindo energia por mais tempo.

Evite esses alimentos

“Deve-se evitar a ingestão de fibras e alimentos gordurosos, pois podem causar desconforto gastrintestinal. Dê preferência aos lácteos com baixo percentual de gorduras e retire as cascas e bagaço das frutas”, aconselha Camila.

Sugestões para refeição antes do treino

As nutricionistas indicam: cereais matinais, pães, bolachas e biscoitos simples (sem recheio), arroz, massas em geral, tubérculos (batata, mandioquinha, mandioca), frutas frescas como melancia, pêssego e uvas.

Reposição nutricional

Durante a prática do exercício, também devemos tomar cuidados importantes, como a reposição de líquidos e hidratação do nosso corpo. “A ingestão de líquidos é fundamental para o desempenho. Essa estratégia é importante para prevenir hipoglicemia e/ou desidratação, quadros que comprometem o rendimento” diz Camila. “É importante sempre levar água e, preferencialmente, bebidas esportivas”, completa.

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Benefícios da prancha isométrica e dicas para começar

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Prática, eficiente e rápida, a prancha isométrica pode ser feita sem sair de casa, sem nenhum tipo de aparelho ou acessório e ainda exercita o seu corpo inteiro. Que tal incluí-la na sua rotina? Abaixo, conheça os benefícios que o exercício trará para o seu corpo:

1. Deixa o seu corpo mais forte

Esse exercício consegue trabalhar uma região muito importante do corpo: o core, o cinturão que envolve a região do abdômen a coluna e que é integrado por 29 pares de músculos. “Essa região central traz muitos benefícios para o corpo inteiro”, conta o professor Fabrício Reimberg, da academia Just Fit. Ao exercitar esse grupo muscular, você fortalecerá o abdômen, a lombar, os glúteos e os oblíquos, ganhando mais força para realizar outros exercícios do seu treino.

2. Acelera o metabolismo

Os exercícios isométricos consistem em ficar parado em uma posição por alguns segundos (e até minutos), justamente o que ocorre na execução da prancha. “Por ser uma isometria, você vai trabalhar o corpo todo para sustentar a posição e essa estabilização para manter o equilíbrio acaba acelerando o metabolismo”, reforça o professor.

3. Previne lesões

“Com o fortalecimento do core, a prancha ajudará na prevenção de lesões na hérnia de disco, na coluna e na lombar, por exemplo”, conta Fabrício. Inclusive, o Conselho Americano de Exercício recomenda a prancha para reduzir as famosas dores nas costas, pois o seu alto poder de fortalecimento auxilia do suporte da região superior do corpo.

4. Melhora a postura

Além de um corpo definido, você pode conquistar também uma postura correta com a prática da prancha. “Isso acontece porque quando você tem a musculatura forte da região central do corpo e dos músculos abdominais, o movimento natural do corpo é de deixar a postura mais ereta, por causa da sustentação”, afirma Fabrício.

5. Trará equilíbrio

Sabe quando você vai se alongar e precisa ficar apoiado em uma perna só, mas em poucos segundos perde o equilíbrio? Isso pode ser solucionado pela prancha. “O desafio de manter-se estabilizado durante o exercício, sem sair da posição, deixará o corpo mais equilibrado com o passar do tempo e da prática”, destaca o professor.

6. Você ficará mais motivado

Por envolver diversos níveis de dificuldade e variações, a prancha costuma ser desafiadora. Com a evolução da prática, você se colocará metas para aguentar mais tempo. “O desafio que você criará para você mesmo traz um ganho emocional e motivador”, revela Reimberg.

Dicas para começar

Nos primeiros dias, você pode fazer o exercício com os joelhos apoiados no chão. “Com o passar do tempo, vá aumentando o nível de dificuldade”, diz Fabrício. Para dificultar, você pode acrescentar mais segundos na posição a cada semana ou até realizar o exercício com um dos pés ou uma das mãos levantados, por exemplo.

Posso fazer todos os dias?

“Sim, pode. Não conseguimos determinar um tempo específico para cada execução, pois ele varia muito para cada pessoa. Portanto, mantenha a posição durante o tempo que aguentar”, dá a dica o professor. Dessa forma, na primeira semana comece com três séries de quantos segundos suportar (sem sair da postura certo, ok?). “Mesmo que o tempo seja baixo, o importante é a estabilização do corpo, deixá-lo todo alinhado, com o tronco ereto e sem a elevação do quadril. Isso sim trará benefícios”, completa Reimberg.

Vantagens a longo prazo

Com o tempo, você sentirá o seu corpo de transformar. “Além de sentir o abdômen mais forte, dependendo do nível e da intensidade da realização da prancha, a musculatura da região ficará mais definida. Isso, claro, mediante uma dieta controlada para proporcionar a perda de gordura da região”, ressalta o profissional. Portanto, exercícios + alimentação equilibrada = fórmula do sucesso.

Erros para evitar

Ao tentar se manter na prancha por mais tempo, muitas pessoas acabam saindo da posição. “Ficar com o pescoço tensionado ou tentar aguentar mais tempo do que o corpo suporta pode gerar lesões”, alerta o especialista. Na dúvida, evolua no exercício somente quando sentir que a execução está ficando mais “confortável”, quando estiver quase fácil. Só então aumente o desafio.


Saiba treinar em academias de condomínios

Conteúdo original Mais Equilíbrio

As academias dentro dos condomínios não param de crescer. Atualmente, cerca de 90% dos novos empreendimentos deverão contar com uma academia de ginástica. Até mesmo os prédios mais antigos estão conseguindo se adaptar para ter esse espaço de bem-estar. No entanto, será que todas as pessoas estão preparadas para usar estes espaços?

A preocupação com as academias em condomínios se deve ao fato de nestes locais existir um público heterogêneo, como adolescentes, adultos, pessoas na terceira idade ou mesmo com algum problema de saúde ou restrição médica. Além disso, no geral, os condomínios não possuem programa ou professor de educação física para dar a orientação necessária que envolve avaliação, prescrição e acompanhamento das atividades.

Essa tendência das academias em condomínios é alimentada pelas dificuldades ligadas à falta de tempo das pessoas em se dirigir a uma academia convencional – em geral, as pessoas que não gostam de academia, não têm tempo ou colega com quem deixar os filhos. O único obstáculo que não dá para alterar é a “preguiça”.

Para quem não tem um personal trainer exclusivo, a disciplina exige muito mais comprometimento do atleta. Geralmente, essas academias em condomínios contam com esteiras, bicicletas, elípticos, estações de musculação, pesos livres e outros acessórios, como bancos, anilhas, barras, bolas, etc. Existem algumas que são compatíveis com uma academia convencional, mas a maioria tem uma estrutura menor, o que não é impeditivo para a realização de um bom trabalho que proporciona os resultados esperados.

Todavia, para quem pretende começar a usar a academia dentro do seu condomínio, alguns cuidados básicos devem ser tomados.

1. Faça um bom check up médico

O aval de um especialista é indispensável. Naturalmente, não pode ser um simples exame de rotina, mas, sim, um laudo detalhado com eletrocardiograma, testes de esforço, nos quais serão observadas as alterações do coração e da pressão arterial de repouso, esforço e recuperação.

2. Use trajes adequados

Uma roupa inadequada pode limitar movimentos e causar acidentes. Por isso, não deixe de usar tênis e vestuário elástico.

3. Não se empolgue demais

A atividade física tem um caráter muito subjetivo. É bem comum as pessoas terem uma percepção de intensidade, mas o corpo responder de outra maneira. Isso acontece quando fazemos exercícios achando que a carga está muito leve e aumentamos o peso. Uma semana depois as dores no corpo evidenciam o erro. Por isso, para manter a segurança vá devagar e respeite seus limites.

4. Saiba usar a esteira

Toda esteira tem um dispositivo de segurança que deve ser fixado na camiseta do usuário. Se essa pessoa se afastar muito da zona de segurança o dispositivo será acionado e a esteira irá parar de funcionar automaticamente.

5. Evite treinar sozinho

Ao contrário de uma academia normal, que sempre tem gente, a do condomínio, às vezes, pode não ter. Por isso, por segurança procure treinar em horários que tenha pelo menos mais uma pessoa.

6. Se nunca treinou

Em casos de pessoas que nunca praticaram atividades físicas, não é recomendado se aventurar antes de consultar um personal trainer.

7. Hidratação

Observe se na academia há ou não bebedouro. Caso não haja, leve uma garrafa com água e se hidrate antes, durante e depois da atividade.


Dica: como montar sua marmita

Repost de Carolina Damy

“Eu sempre falo o quanto estou feliz pelas mudanças que vêm ocorrendo no mundo sobre alimentação e nutrição e a preocupação das pessoas em relação à saúde. Acredito que estamos em uma das melhores fases, onde vários documentários estão retratando como está o cenário mundial pós o “boom” dos “fast foods“, e também como muitos, mesmo na correria do dia a dia estão começando a tomar cuidado com o que se alimentam.

A junção dos dias super movimentados, com a economia (sim, fazer comida em casa é muito mais barato do que comer na rua) e uma alimentação saudável, resultou na volta das marmitas, que hoje não são mais motivos de vergonha e sim de orgulho (principalmente para as nutris né?!), por conseguir se organizar e fazer refeições que você sabe a procedência (o quanto adicionou de gordura, sal, por exemplo). As bolsas térmicas estão cada vez maiores, pois necessitam comportar o almoço, os lanches e por algumas vezes o café-da-manhã e o jantar também.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) publicou a Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009 – Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil (há 9 anos já era assim, imaginem hoje?! Deve ter aumentado muito. A próxima coleta de dados começou a ser feita na semana passada – 26/06/17 – e será publicada em 2019), a qual mais da metade dos entrevistados afirmaram que permanecem de 8 a 10 horas fora de casa, enquanto que o restante permanece 11 horas ou mais. Além disso, constataram que 34% do que os brasileiros gastam, é com alimentação fora de casa, seja com o food service, em padarias, lanchonetes ou mesmo com vendedores ambulantes e refeições prontas congeladas (isso não inclui restaurantes e eventos fora da rotina de trabalho).

Por isso, quanto mais dicas para aprimorar nossas amadas marmitas melhor, não é?! A maior vantagem de todas é com certeza que as quantidades dos alimentos contidas na sua marmita são ideais pra você, e com isso também não há chances de repetir. O Guia de Alimentos da Vigilância Sanitária nos mostra algumas bem importantes:

  • A melhor opção de recipiente é o pote de vidro, pois pode ir no microondas ou forno, não conserva o sabor dos alimentos e é fácil de higienizar.

  • As bolsas térmicas conseguem preservar a comida sem grandes riscos de contaminação por até 3 horas. O ideal é que a marmita seja mantida na geladeiraassim que chegar ao trabalho.

  • Marmita com divisórias ou recipientes separados são necessárias para saladas que serão consumidas frias.

  • Sobre o tempero da salada, muitos falam para levar separado e temperar no momento da refeição. Mas eu tenho experiência de que, se ele for adicionado em quantidades pequenas (como deve ser) pode-se deixar de um dia para o outro que não irá murchar.

  • Nunca deixe alimentos cozidos à temperatura ambiente por mais de duas horas.

  • Armazene adequadamente os alimentos na geladeira: prateleiras superiores para alimentos preparados e prontos para o consumo; prateleiras do meio para produtos semi preparados e prateleiras inferiores para alimentos crus.

  • Marque a data de preparação e de validade

  • Não descongele

    os alimentos à temperatura ambiente. Use o microondas se for prepará-lo imediatamente ou deixe o alimento sob refrigeração o tempo suficiente para que descongele.

  • Não congele

    vegetais crus, ovos cozidos, batatas e macarrão.

  • O tamanho da porção de cada alimento varia de pessoa pra pessoa, mas numa marmita saudável é sempre importante conter: 1 porção de carboidrato (arroz, batata, macarrão, mandioca), 1 porção de leguminosa (feijão, lentilha, grão-de-bico), 1 porção de proteína (carne, peixe, frango, ovo – exceto os vegetarianos que terão que rearranjar as quantidades dos outros alimentos), 1 porção de hortaliças cozidas (berinjela, chuchu, brócolis) e 1 porção de hortaliças cruas (alface, rúcula, tomate, pepino).

O final de semana, principalmente o domingo (dia oficial de organizar a semana) é um ótimo momento para fazer compras, cozinhar e montar suas marmitas, além de testar novas receitas e chamar a família toda para ajudar.

Lembre-se: A garrafa de água faz parte da marmita diária e de uma alimentação saudável, por isso tenha a sua sempre em mãos, aonde estiver.”